1527-A Confissão Schleitheim (Michael Sattler?)

A Confissão Schleitheim,1527 (Michael Sattler?)

Que a alegria, a paz, a misericórdia de nosso Pai – por meio da Expiação [31] do sangue de Jesus Cristo, juntamente com os dons do Espírito que são enviados pelo Pai a todos os crentes para força, consolação e constância em toda a tribulação até o fim, amém – estejam com todos os que amam a Deus e com todos os filhos da luz, que estão espalhados por toda parte, onde quer que eles possam ter sido colocados [32] por parte de Deus nosso Pai, onde quer que se reúnam em unidade de espírito no Deus e Pai de todos nós. Que a graça e a paz do coração estejam com todos vós. Amém.

Amados irmãos e irmãs no Senhor, em primeiro lugar estamos sempre preocupados com o seu consolo e com os protestos da sua consciência (que esteve em algum momento confusa), para não estarem sempre separados de nós como estrangeiros e por direito quase completamente excluídos, [33], mas que vocês possam tornar-se verdadeiros membros implantados de Cristo, armados com paciência e conhecimento de si e, assim, reunirem-se novamente conosco no poder de um espírito cristão devoto e zeloso para com Deus.

É patente a multiplicidade de astúcias que o diabo vem usando para nos desviar, para poder destruir e subjugar o trabalho de Deus que em nós misericordiosa e graciosamente começou parcialmente. Mas o verdadeiro Pastor das nossas almas, Cristo, que começou essa obra em nós, vai nos dirigir e ensinar [34] o mesmo até o fim, para a Sua glória e nossa salvação, amém.

Queridos irmãos e irmãs, reunidos no Senhor em Schleitheim nas [colinas] de Randen [35] façamos saber, em pontos e artigos, a todos os que amam a Deus, que estamos unidos [36] e permanecemos firmes no Senhor, como filhos obedientes de Deus, filhos e filhas, que estão e permanecerão separados do mundo em tudo o que fazemos e deixamos de fazer, e (louvor e glória a Deus somente) sem contradição por todos os irmãos, completamente em paz.[37] Nestas coisas percebemos a unidade do Pai e do nosso Cristo, presente entre nós em seu espírito. Porque o Senhor é Deus de paz e não de brigas, como Paulo indica. [38] Para que vocês compreendam em que pontos isto ocorre, vocês devem observar o seguinte:

Uma enorme ofensa foi introduzida por alguns falsos irmãos entre nós, [39] fazendo com que vários desviassem da fé, julgando praticar e respeitar a liberdade do Espírito e de Cristo. Mas por ficaram aquém da verdade e (para sua própria condenação) [40] se entregaram à lascívia e à licença da carne. Eles acham que a fé e o amor pode fazer e permitir tudo e que nada pode prejudicar nem condená-los, pois eles são “crentes”.

Notem bem, vocês membros [41] de Deus em Cristo Jesus, que a fé no Pai celestial através de Jesus Cristo não se forma assim: ela não produz e nem traz essas coisas que esses falsos irmãos e irmãs praticam e ensinam. Estejam atentos e precavidos com tais pessoas, pois elas não servem nosso Pai, mas o pai deles, o diabo.

Mas vocês não são assim, porque os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne com todos os seus desejos e anseios [42]. Vocês me entendem [43] bem, e sabem o que queremos dizer. Apartai-vos deles porque são pervertidos. Orem ao Senhor para que eles possam ter conhecimento para o arrependimento, e por nós para que possamos permanecer e perseverar no caminho que trilhamos, para a glória de Deus e de Cristo, Seu Filho. Amém. [44]

A Confissão Schleitheim

Aprovada pela Conferência dos Irmãos Suíços em 24 de fevereiro de 1527.

Sete Artigos Deliberados pela União Fraternal de Vários Filhos de Deus.

Os artigos que discutimos e que por unanimidade concordamos são estes:

1. Batismo;

2. O Banimento;

3. Partir do pão;

4. Separação da Abominação;

5. Pastores da Igreja;

6. A Espada;

7. O Juramento.

Artigo I. Observações sobre o batismo

O batismo deve ser dado a todos aqueles que se arrependem e mudam de vida, e que verdadeiramente acreditam que seus pecados são levados por Cristo, e a todos aqueles que andam na ressurreição de Jesus Cristo, e que desejam ser sepultados com Ele na morte, para que possam ser ressuscitados com Ele, e para todos aqueles que, com esta compreensão, o pedem a nós e o procuram para si. Isso exclui todo batismo infantil, a maior e principal abominação do Papa. Nele temos as razões e o testemunho dos apóstolos.[46] Queremos mantê-lo com simplicidade, mas com firmeza e segurança.

Artigo II. Sobre o banimento deliberamos o seguinte:

O banimento deve ser empregado a todo aquele que, apesar de se entregar ao Senhor, seguir [Cristo] [47] nos seus mandamentos; ser batizado no corpo de Cristo e ser chamado de irmão ou irmã, escorregou e caiu no erro e no pecado, mesmo inadvertidamente.[48] O mesmo deve por duas vezes ser admoestado em segredo e na terceira vez abertamente disciplinado ou banido diante de toda congregação [49] de acordo com o mandamento de Cristo (Mateus 18).[50] Mas isso deve ser feito de acordo com a regulação do Espírito antes de partir do pão,[51] para que possamos todos em um espírito e em um amor, partir e comer de um pão e beber de um copo.

Artigo III. Sobre o partir do pão

Concernente ao partir do pão, nos tornamos um e concordamos [52] que: Todo aquele que deseja partir o pão em memória do corpo partido de Cristo e deseja beber como lembrança do sangue derramado de Cristo, deve ser previamente unido [53] no corpo de Cristo que é a igreja de Deus e cuja cabeça é Cristo. Porque não podemos, como Paulo assinala, [54] ao mesmo tempo beber o cálice do Senhor e o cálice do diabo. Ou seja, todos aqueles que têm comunhão com as obras mortas das trevas não têm parte na luz. Portanto, todos os que seguem o diabo e o mundo não têm parte com aqueles que são chamados por Deus para fora do mundo. Todos os que se encontram no mal não têm parte no bem.

Por isso, é e deve ser assim: Quem não foi chamado por Deus a uma só fé, um só batismo, um só Espírito, um só corpo, com todos os filhos da igreja de Deus, não pode ser feito um só pão com eles. E deve ser feito em verdade, se a pessoa deseja realmente repartir o pão de acordo com o mandamento de Cristo. [55]

Artigo IV. Estamos de acordo sobre a separação efetiva

Estamos de acordo sobre a separação efetiva do mal e da maldade que o diabo plantou no mundo, assim simplesmente; não devemos ter nenhum companheirismo com eles, [56] e não colaborar com eles na confusão de suas abominações. Ou seja: uma vez que todos aqueles que não entraram na obediência da fé, nem se uniram a Deus para fazer Sua vontade são uma grande abominação diante de Deus, então nada pode realmente crescer ou vir deles a não ser coisas abomináveis. Agora não há nada no mundo e em toda a criação além de bem ou mal, crentes e descrentes, escuridão e luz, o mundo e os que estão [saíram] fora do mundo, o templo de Deus e templos de ídolos. Cristo e Belial, e nenhum terá parte com o outro.

A nós, então, o mandamento do Senhor é também óbvio, por meio dele Ele nos ordena ser e nos tornar separados do mal, e assim Ele será nosso Deus e nós seremos seus filhos e filhas.[57]

Mais adiante, Ele nos previne sair da Babilônia e do Egito terrestre, para que não sejamos partícipes no tormento e sofrimento que Deus trará sobre eles.[58]

A partir disso, devemos aprender que tudo o que não está unido [59] com nosso Deus em Cristo não pode ser outra coisa senão uma abominação que devemos evitar.[60] Por abominação se entende toda idolatria [62] e serviços eclesiais católicos e protestantes [61], reuniões e frequência à igreja, [63] chás nas casas, juramentos e compromissos de incrédulos, [64] e outras coisas desse tipo, que embora altamente respeitadas por todo mundo, são carnais ou praticadas em evidente contradição com o mandamento de Deus, e de acordo com toda a injustiça que está no mundo. De todas essas coisas devemos estar separados e não ter parte com elas, pois elas não são outra coisa senão abominação, e elas são a causa de sermos odiados como antes o foi Jesus Cristo, que nos libertou da escravidão da carne e proveu-nos para o serviço de Deus através do Espírito que Ele nos deu.

Assim também devemos [65] abolir de nosso meio [66] as diabólicas armas da violência – como a espada, armaduras e similares, e todo uso delas para proteger amigos ou contra inimigos – em virtude da palavra de Cristo: “você não resistirá ao mal”.[67]

Artigo V. Quanto aos pastores na igreja de Deus, concordamos o seguinte:

Quanto aos pastores na igreja de Deus, concordamos o seguinte: O pastor na igreja será uma pessoa de acordo com a regra de Paulo, [68] plena e completamente, que tenha um bom discernimento com relação aos que estão fora da fé. Essa função inclui ler, admoestar, ensinar, advertir, disciplinar, banir da Igreja, e corretamente dirigir os irmãos e irmãs em oração, e no partir do pão, [69] e em todas as coisas cuidar do corpo de Cristo, para que cresça e se desenvolva para que possamos louvar e honrar o nome de Deus, e calar a boca do caluniador.

Ele será apoiado, no que ele precisar, pela congregação que o escolheu, de forma que aquele que serve o Evangelho viva do Evangelho como o Senhor ordenou. (1 Cor. 9:14). [70] Mas, se um pastor fizer algo merecedor de reprimenda, nada será feito contra ele sem o depoimento de duas ou três testemunhas. Se eles pecarem serão repreendidos publicamente, de forma que outros possam temer.[71]

Mas se o pastor tiver que ser afastado ou conduzido ao Senhor pela cruz [72] na mesma hora outro deve ser nomeado [73] para o lugar dele, de forma que o pequeno povo e o pequeno rebanho de Deus não possa ser destruído, mas seja preservado pelas advertências e seja consolado.

Artigo VI. Concordamos com o seguinte sobre a espada:

Concordamos com o seguinte sobre a espada: A espada é uma ordenação de Deus fora da perfeição de Cristo. Ela pune e mata os maus e guarda e protege o bem. A lei da espada foi estabelecida [74] contra os ímpios para punição e morte, e os governantes seculares foram estabelecidos para usá-la.

Mas, dentro da perfeição de Cristo, apenas o banimento é utilizado, para a advertência e exclusão de quem pecou, sem a morte da carne, [75] é simplesmente aviso e mandamento para não mais pecar.

Agora, muitos, que não entendem a vontade de Cristo para nós, vão perguntar se um cristão pode ou não usar a espada contra os ímpios para a proteção e defesa do bem, ou por causa do amor.

Nossa resposta unânime é: Cristo nos ensina e nos ordena a aprender com ele, pois Ele é manso e humilde de coração e assim acharemos descanso para nossas almas. [76] Agora, Cristo diz, com relação à mulher que foi apanhada em adultério, [77], que ela não deveria ser apedrejada segundo a lei de Seu Pai (e sobre isso diz: “O que o Pai me ordenou, eu faço”) [78], mas, com misericórdia e perdão, advertiu-a para não mais pecar, dizendo: “Vai, não peques mais”. Exatamente assim também devemos proceder, de acordo com a regra do banimento.

Segunda questão relativa à espada: se um cristão deve participar de disputas e contendas em assuntos mundanos como os incrédulos fazem entre si. A resposta: Cristo evitou decidir ou emitir julgamento entre irmão e irmão sobre herança, se recusou a fazê-lo. [79] Então, devemos também fazer assim.

Terceira questão relativa à espada: se o cristão poderia ser um magistrado caso fosse indicado. Essa pergunta é respondida assim: Cristo seria feito Rei, mas Ele evitou e não discerniu [isso] na ordem do Seu Pai [80]. Assim também devemos fazer como Ele fez e segui-lo, assim não andaremos nas trevas. Pois ele mesmo diz: “Quem quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me”. [81] Ele mesmo ainda proíbe a violência da espada, quando diz: “Os príncipes deste mundo têm poder sobre elas, etc, mas entre vocês não será assim.” [82] Além disso, Paulo diz: “A quem Deus pré-conheceu, ele tem também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho”, etc [83] Pedro também diz: “Cristo sofreu (não governou), deixando-lhes exemplo para que sigam seus passos”. [84]

Enfim pode-se ver nos seguintes pontos que não convém a um cristão ser um magistrado: a regra do governo é segundo a carne, a dos cristãos segundo o espírito. As casas onde moram permanecem neste mundo, a dos cristãos está no céu. A cidadania deles está neste mundo, a dos cristãos está no céu. [85] As armas de batalha deles são carnais, e somente contra a carne, mas as armas dos cristãos são espirituais, contra a fortificação do diabo. O mundano está armado com aço e ferro, mas os cristãos estão armados com a armadura de Deus, com a verdade, justiça, paz, fé, salvação e com a Palavra de Deus. Em suma: Cristo é a nossa cabeça, e os membros do corpo de Corpo de Cristo devem ser conduzidos por Ele, para que não haja divisão no corpo pela qual seria destruído. [86] Desde então, Cristo é o que Dele está escrito. Assim, devem Seus membros também ser, de modo que seu corpo possa permanecer inteiro e unificado para seu próprio avanço e edificação. Pois todo reino dividido contra si mesmo será destruído. [87]

Artigo VII. Concordamos o seguinte sobre juramento:

Concordamos o seguinte sobre juramento: O juramento é um compromisso entre aqueles que estão disputando ou fazendo promessas. Na Lei é ordenado que seja feito em nome de Deus, verdadeiramente, não falsamente. Cristo, que ensina a perfeição da lei, proíbe a Seus [discípulos] todo juramento sobre algo ser verdadeiro ou falso; nem pelo céu, nem pela terra, nem por Jerusalém, nem pela nossa cabeça; e Ele explica a razão, “porque vocês não podem tornar um cabelo branco ou preto”. Como vêem, todo juramento é proibido: não podemos executar o que prometemos ou juramos, pois não podemos mudar a menor parte de nós mesmos. [88]

Agora há alguns que não dão crédito ao mandamento simples de Deus, e dizem: “Mas o próprio Deus fez promessas a Abraão, porque Ele era Deus (prometeu estar com ele, prometeu ser o Deus dele caso guardasse Seus mandamentos). Por que então eu não deveria também prometer algo a alguém?” Resposta: Ouça o que diz a Escritura: “Deus, pois, queria mostrar mais abundantemente aos herdeiros a imutabilidade de sua promessa, inserindo uma promessa. (Por ser impossível a Deus mentir), poderemos ter uma forte consolação”. [89] Observe o significado desta passagem: Deus tem o poder de fazer o que Ele proíbe para nós, pois tudo é possível para Ele. Deus fez uma promessa a Abraão, diz a Escritura, para mostrar que Seu conselho é imutável. Ou seja, ninguém pode resistir, nem impedir seus desígnios. Mas nós não podemos, como Cristo disse acima, cumprir ou executar nossos juramentos, portanto, não devemos prometer nada.

Outros dizem que o juramento não pode ser proibido por Deus no Novo Testamento pois foi autorizado no Velho, apenas foi proibido jurar pelo céu, pela terra, por Jerusalém, e por nossa cabeça. Resposta: Ouvi a Escritura: Aquele que jura pelo céu jura pelo trono de Deus e por aquele que nele está assentado. [90] Observe: se é proibido jurar pelo céu, que é apenas o trono de Deus: quanto mais pelo próprio Deus! Insensatos e cegos, quem é maior, o trono ou aquele que nele está sentado?

Outros dizem: se é errado usar o nome de Deus para confirmar a verdade, então os apóstolos Pedro e Paulo também juraram [91]Resposta: Pedro e Paulo apenas testemunharam o que Deus prometeu a Abraão, e que nós também temos recebido. Mas quando alguém testemunha, a pessoa faz isso interessada no que está presente, se é bom ou mal. Simão falou de Cristo para Maria e testemunhou: “Eis que este é posto para queda e elevação de muitos em Israel”. [92]

Cristo nos ensina de forma semelhante quando diz: [93] “Deixe sua palavra ser sim, sim; não, não, porque tudo o que é mais do que isso provém do mal”. Ele diz que seu discurso ou palavra deve ser sim e não, de forma que ninguém poderia entender que Ele tenha permitido isto. Cristo simplesmente é sim e não, e todos aqueles que O buscam simplesmente entenderão a Palavra dele. Amém. [94]

Os 7 artigos de Schleitheim, Cantão de Schaffhausen, Suíça, 24 de fevereiro de 1527

Queridos Irmãos e Irmãs no Senhor: estes são os artigos que alguns irmãos previamente entenderam de modo errado, diferente do verdadeiro significado. Assim muitas consciências fracas ficaram confusas, pelo fato do nome de Deus ter sido caluniado foi necessário chegarmos a um acordo [95] no Senhor. A Deus seja dado o louvor e a glória!

Agora que você compreendeu plenamente a vontade de Deus revelada por nós neste momento, você deve realizá-la com convicção, persistência e fidelidade. Para que você saiba bem qual a recompensa do servo que conscientemente peca.

Tudo que você fez inadvertidamente e que agora confessa ter agido injustamente está perdoado. Nessa reunião com fé suplicamos, por causa de todas nossas faltas e culpas, pelo gracioso perdão de Deus, em nome de Jesus Cristo. Amém.

Afaste-se de tudo que não se enquadre na simplicidade da verdade divina que foi declarada por nós nesta carta em nossa reunião, de forma que todos possamos ser governados pela regra da proibição, para que daqui em diante a entrada de falsos irmãos e irmãs entre nós possa ser prevenida.

Afastem-se de tudo que é mau, e o Senhor será seu Deus, e vocês serão Seus filhos e filhas. [96]

Queridos irmãos, lembrem-se do aviso que Paulo deu a Tito: [97] “A graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens. Ela nos ensina a renunciar à impiedade e às paixões mundanas e a viver de maneira sensata, justa e piedosa nessa era presente, enquanto aguardamos a bendita esperança: a gloriosa manifestação de nosso grande Deus e Salvador, Jesus Cristo. Ele se entregou por nós a fim de nos remir de toda a maldade e purificar para si mesmo um povo particularmente seu, dedicado à prática de boas obras”. Pensem nisto, e coloquem isso em prática, e o Deus de paz estará com vocês.

Que o nome de Deus seja sempre e grandemente bendito e louvado, Amém. Que Deus possa lhe dar-lhe Sua paz, Amém.

Schleitheim, dia de São Mateus, [98] 1527.

NOTAS

31. Um conceito significativo no pensamento de Michael Sattler é o do Vereinigung, que, de acordo com o contexto, ser pode ser traduzido de muitas maneiras diferentes, no título o que significa “União”, aqui na saudação pode ser traduzido mais naturalmente por “reconciliação” ou “expiação”, mais tarde, no texto, na forma passiva do particípio, significa “ser conduzido à unidade”. Assim, a mesma palavra pode ser utilizada para a conciliação na obra de Jesus Cristo, para o procedimento pelo qual os irmãos chegam a um pensamento comum, para o estado de concordância em que se encontram, e para o documento que determina o acordo a que chegaram. H. Fast sugere que aqui, em conexão com “o sangue de Cristo”, o significado pode ser “comunhão”; conforme 1 Cor, 10:16.

32. Ou, literalmente, “ordenado”; a proposição de J. C, Wenger, “se espalhou por todos os lugares conforme ordenado por Deus, nosso Pai” é uma boa paráfrase se “ordenado” puder ser entendido sem conotação sacramental ou predestinativa.

33. Este termo “estrangeiros” foi interpretado por Cramer Berna, 605, nota 1, em um sentido geográfico ou político, referindo-se a não-suíços. Kiwiet, op. CLT., p. 44, concebe o mesmo significado mas vai mais longe dizendo que os anabatistas suíços quebraram a comunhão com os alemães. Mas esse entendimento é impossível por várias razões: Em 1520 não era tão forte assim o senso de identidade nacional, dividido em claras linhas geográficas; Sattler e Reublin, líderes na reunião, não eram suíços; Os libertinos a que Schleitheim se referia, embora Denck (ou Bucer) pudessem ser incluídos, eram (se anabatistas) certamente em sua maior parte suiços, ou seja, os entusiastas de St. Gall (H. Fast “Die Sonderstellung Taufer der em St. Gallen e Appenzell, “Zwlngllana XI, 1960, pp. 223ff.), e Ludwig Hatzer. Este termo tem uma referência bem diferente, é uma alusão a Efésios. 2:12 e 19, comprovando o efeito conciliador do Evangelho em homens anteriormente alienados pela incredulidade.

34. “Dirigir” e “ensinar” têm como objeto “o mesmo”, isto é, a “obra de Deus parcialmente iniciada em nós”. paráfrase de Wenger, “dirige a mesma e (nos) ensina” é mais suave, mas enfraquece a imagem impressionante da “obra de Deus” no homem que pode ser “parcialmente iniciada”, “proclamada”, “dirigida” e “ensinada”. Há, no entanto, motivo para Bohmer conjecturar que originalmente pode ter sido usada a palavra keren (guiar) ao invés de leren (ensinar).

35. “Langer Randen” e “Hoher Randell, são colinas com vista para Schleitheim e não, como um leitor moderno poderia pensar, uma referência ao fato de Schleitheim ser próxima da fronteira (no mundo político contemporâneo). O original diz “Schlaten am Randen”. Uma meia dúzia de aldeias no sul da Alemanha suportará nomes como Schlat, Schlatt, ou Schlatten. Uma delas, perto de Engen em Baden, também é identificada como “am Randen”, e até recentemente alguns acreditavam ser ali o local de origem dos sete artigos. As provas, agora geralmente aceitas, com relação a Schleitheim perto de Schaffhausen, são facilmente encontradas: JJ Riiger, um cronista de Schaffhausen, escrevendo por volta de 1594, identifica Schleitheim com os sete artigos. No dialeto local, o equivalente a “ei” no modemo alemão é longo como em Schlaten, ao passo que em outras aldeias Schlatten ou Schlat tem um “a” curto; Sendo sujeita a jurisdições sobrepostas e, portanto, difícil para a polícia, com Klettgau e Schleitheim em sua borda, era relativamente segura e acessível para os anabatistas e, assim, mais um ponto de encontro ligando os principais centros na Alemanha, e no sudoeste e nordeste da Suíça. Esta foi a primeira área onde W. Reublin, amigo de Sattler, esteve ativo após sua expulsão do Zurique no início de 1525. Esta situação jurídica continuou ao longo do século; O prof F. Blanke analisa a questão do lugar em Z, VI, pp. 104 f.; também o faz Werner Pletscher, “Wo entstand das Bekenntnis von 1527?” MGB, V, 1940, pp. 20 f.

36. Segundo Bohmer, uma linha de impressão foi deslocada na impressora. O texto parece dizer literalmente, ” fomos montados em pontos e artigos”. O verbo aqui é novamente “verelnlgt”. Na tradução de Wenger, “somos uma só mente permanecendo no Senhor” é a melhor paráfrase, mas sacrifica a construção passiva verbal que é importante para o escritor. “Os pontos e artigos” podem muito bem permanecer no resto da frase, no texto original: “fomos unidos em pontos e artigos” ou “manter-se firme no Senhor nestes pontos e artigos”.

37. Começando com os parênteses “(louvor e glória a Deus somente)”, as frases de encerramento do presente número não se refere simplesmente a uma determinação comum para ser fiel ao Senhor, mas muito mais especificamente à experiência real em Schleitheim e o sentido de unidade (Verelnlgung) que os membros portaram no decorrer da reunião. “Todos os irmãs sem contradição” é a descrição formal e “completamente em paz” é a definição subjetiva deste senso de orientação do Espírito Santo. Zwinglio considerou a menção “nós viemos juntos” como a prova de culpa, sectarismo e do caráter conspiratório do anabatismo (Elenchus, Z, VI, p. 56).

38. 1 Coríntios. 14:33.

39. Ds. HW Meihuizen respondeu recentemente com grande eficácia a questão: “quem eram os ‘falsos irmãos’, mencionados nos artigos Schleitheim?” (op. CLT., pp. 200 e ss.). O método de Meihuizen coloca na cena da Reforma anabatistas de todos os matizes, bem como reformadores, especialmente aqueles em Estrasburgo que Sattler havia deixado recentemente. Comparando as posições teológicas conhecidas destes homens com as declarações de Schleitheim, Meihuizen conclui que Schleitheim deve ter sido dirigida contra Denck, Hubmaier, Hut, Hiitzer, Bucer e Capito. É possível concordar com esta descrição das posições em questão, sem ser convencido que a reunião era claramente dirigida contra alguns homens em particular que especificamente não foram convidados. Se há alguém se enquadra aí, este provavelmente seria Hiitzer com quem Sattler estivera há pouco em Strasbourg, e que era o único deles que poderia ser acusado de tendências libertinas. Para o presente propósito, ou seja, a fim de compreender o significado deste documento, basta ser claro a partir da evidência interna (de acordo com Meihuizen): Que algumas pessoas previamente ligadas a algumas das posições condenados estavam presentes em Schleitheim a fim de serem participantes do evento e de “serem trazidos à unidade”, os “falsos” irmãos mencionados na carta secreta não eram apenas os Reformadores do estado-igreja, pelo menos alguns deles estavam dentro do Anabatismo; Que a ênfase maior nos sete artigos recai sobre os pontos de separação teológica final da reforma: o batismo, a relação entre a proibição e a ceia, a espada, e o juramento. Aqui a lista é tão paralela ao documento a partir de Estrasburgo, que se supõe que Sattler possa ter desenvolvido seu esboço quando ele ainda estava em Estrasburgo; Que, na justaposição da carta de apresentação e os sete artigos, Sattler afirma uma articulação interna entre as posições dos anabatistas marginais e espiritualistas, que diferia das de Zürich Schleitheim, e dos reformadores evangélicos.

40. H.W. Meihuizen lê a frase “para sua própria condenação” no sentido de que a assembléia Schleitheim tomasse medidas para excomungar os libertinos aos quais o texto se refere. “The Concept of Restitution in the Anabaptism of Northwestern Europe”, MQR, vol. XLIV, abril 1970, p. 149. Isso não é possível. O verbo “ergeben” refere-se ao abandono à lascívia libertina, não à ação anabatista. Para que a interpretação de Meihuizen prevaleça deve-se omitir os parênteses presentes no original.

41. “Glieder” (membros) em alemão tem apenas o significado relacionado com a imagem do corpo, o tom de “pertinência” de um grupo, o que torna a frase “os membros de Deus” incomum em português, não está presente no original.

42. Gal. 5:24.

43. O uso da primeira pessoa do singular aqui é a demonstração de que a carta de apresentação foi escrita, provavelmente após a reunião, por um indivíduo.

44. Esta é a conclusão da carta introdutória e do estilo epistolar. A “carta de apresentação” não está no manuscrito de Berna, e os sete artigos provavelmente circularam na maioria das vezes sem ela.

45. Com uma exceção, cada artigo começa com a mesma utilização da palavra “vereinigt” como particípio passivo, a qual nós reproduzimos assim literalmente como uma lembrança do significado de “Vereinigung” para Sattler.

46. Aqui a versão impressa identifica as seguintes passagens das Escrituras (dando apenas o número do capítulo): Mt. 28:19; Mc. 16:6; Atos 2:38, Atos 8:36, Atos 16:31-33; 19:4.

47. Nachwandeln, a andar depois, é a aproximação mais íntima do texto de Schleitheim ao conceito de discipulado (Nachfolge), que mais tarde se tornou especialmente corrente entre os anabatistas.

48. Duas interpretações desta frase são possíveis. “Ser flagrado inadvertidamente” poderia ser uma descrição de cair em pecado, em paralelo com a anterior expressão “de alguma forma escorregar e cair”. Isto significa que o pecado é para o discípulo de Cristo, em parte, uma questão de ignorância ou desatenção. Cramer, Berna, p. 607, nota 2, e Jenny, p. 55, busca explicar que todo o pecado é de alguma forma involuntário, isto é, que, no momento da decisão o pecador é enganado e não está plenamente consciente da sua gravidade. Calvin (por alguma razão baseado na tradução francesa) explica essa passagem dizendo que os anabatistas diferenciavam pecados perdoáveis e imperdoáveis, com apenas os inadvertidos sendo motivo da preocupação conciliadora da congregação. Ou a referência pode estar ligada à maneira como a pessoa culpada foi descoberta.

49. A versão impressa insere “ou banido”.

5O. Esta referência a Mt. 18 é a única referência na Escritura aos primeiros textos manuscritos. “Regra de Cristo” ou “Comando de Cristo” é uma designação comum para este texto, Cf, J. Yoder: “ligar e desligar”. Concern 14, Scottdale, 1967, esp. pp. 15. Se, outras citações das Escrituras identificadas nas notas de rodapé não estão marcadas no texto, a citação abundante da linguagem bíblica sem interesse em indicar a fonte da citação é uma indicação da fluência com que os anabatistas manejavam o vocabulário bíblico e é, provavelmente, provavelmente também é uma indicação de que eles pensavam nesses textos enquanto expressão de uma verdade significante em vez de “textos de prova”.

51. Neste ponto, Walter Kohler, o editor da versão impressa, sugere a passagem de Mt. 5:23. Se “a ordenação do espírito” refere-se especificamente a “antes de partir o pão” e significa apontar para um texto da Escritura, esta poderia ser uma provável; ou 1 Coríntios 11 poderia ter sido aludida, mas “ordenação do espírito” não é a maneira usual com que os anabatistas se referem a uma citação da Bíblia, a frase pode significar também um convite a uma atitude pessoal e flexível, guiada pelo Espírito Santo, na ênfase pela reconciliação.

52. Este é o único ponto em que a palavra “vereinigt” não é utilizada no início de um artigo, presumivelmente porque ocorre mais tarde na mesma frase.

53. Vereinigt: aqui a palavra não tem nenhum dos sentidos detalhados acima, mas aponta para outro, para a obra de Deus na constituição da unidade da Igreja Cristã.

54. 1 Coríntios 10:21, alguns textos tem aqui “São Paulo”.

55. A maior parte do debate ecumênico sobre a validade dos sacramentos focaliza tanto o status sacramental do oficiante como o entendimento doutrinário do significado dos emblemas. Convém salientar que a compreensão dos anabatistas da comunhão não se refere ao sacramento mas aos participantes. Não é invalidada por um oficiante não autorizado ou por um conceito insuficiente sobre o sacramento, mas pela ausência de uma verdadeira comunhão entre os presentes.

56. Observe a mudança de “mundo” para “eles”. “O mundo” não é discutido independente das pessoas que constituem a ordem regenerada.

57. 2 Cor.6: 17.

58. Rev. 18:4. Alguns textos lêem “que o Senhor pretende trazer sobre eles”.

59. Vereinigt.

60. A versão impressa acrescenta “e fugir”.

61. O prefixo mais amplo pode significar tanto “contra” como “pró” (o moderno wieder). Ambos os significados são obviamente aplicáveis tanto às igrejas da Reforma de Estrasburgo como às das cidades suíças, ambas são anti-papistas (tendo quebrado com a comunhão romana) e pró-papistas (tendo mantido ou reintegrado certas características do catolicismo). As traduções anteriores preferiram registrar como “papista e anti-papista”, mas outra leitura traz uma maior agudeza de sentido, e é apoiada pela tradução de Zwinglio. Assim, a alegação de que as novas igrejas protestantes são em alguns pontos cópias do que havia de errado com o catolicismo é já um dado adquirido no início de 1527.

62. Gazendienst. O manuscrito de Berna e as primeiras impressões registram Gottesdienst (“adoração”); mas Zwinglio, que tinha outros manuscritos, traduziu como” idolatria”. Uma vez que as duas palavras se referem à freqüência na igreja, “idolatria” é menos redundante. “Idolatria” era uma designação corrente em todo o movimento Zwingliano para com as estátuas e imagens no culto católico.

63. Ktlchgang, que literalmente significa freqüência à igreja, não tem dimensão de congregação para ele, mas refere-se a conformidade com padrões estabelecidos por todos aqueles que, embora talvez simpatizando com os anabatistas, ainda evitavam qualquer censura pública sendo vistos regularmente nos cultos da igreja estado.

64. O manuscrito de Berna registra “Bürgschaft”, ou seja, uma garantia de segurança ou apoio a uma promessa, e pertence à esfera econômica e social. Se a “descrença” aqui se refere a uma falta de sinceridade, então as “garantias e compromissos de ‘incredulidade’ significaria questões como a assinatura de notas e hipotecas e depoimentos em questões de boa fé. Martinho Lutero declarou fortemente que tais garantias, mesmo em boa fé, eram não só imprudentes, como também imorais, uma vez que o fiador se coloca no lugar de Deus”. (“Sobre o comércio e usura, 1524, em Works of Martin Luther, Muhlenburg, Filadélfia, 1001, vol. IV, pp. 9 Se. ). Seu argumento é, portanto, muito paralelo ao dos anabatistas sobre o juramento. Uma perspectiva mais provável é que “descrente” é sinônimo de “mundano”, uma referência a guildas e clubes sociais. Zwinglio traduz com foedera, “convênios”. Bullinger confirma essa interpretação por repreender os anabatistas quanto ao comprimento (Von dem unverschampten frafel…, Pp. Cxxi para cxxviii) pela sua oposição às associações e sociedades (pundtnussen gselschafften und), à concórdia e à amizade (Vertrag fruntschafft unnd) com os incrédulos, e à alegria temporal (Froud zytliche zymliche). O texto impresso mais tarde mudou para Bürgschaft Bürgerschaft (cidadania), que é menor, no lugar do art. IV. Em abril 1527 Zwinglio não tinha certeza do que aquilo significava, mas inclinou-se a “servir como fiador” (Z, IX, p. 112); em agosto, quando ele escreveu o Elenchus ele interpreta isso como “cidadania”, talvez referindo-se aos anabatistas pela recusa em cumprir o juramento do cidadão. Mas se Bürgerschaft deve significar a cidadania, os “compromissos da incredulidade” ainda devem significar algum tipo de envolvimento, jurídica, econômico ou social com os infiéis (Z, VI, p. 121). Lc. 16:15, a referência a “abominações” pode ser aludida.

65. A versão impressa acrescenta: “sem dúvida”.

66. A versão impressa consta “e anticristão”.

67. Mt. 5:39.

68. 1 Tm. 3:7. Os intérpretes não são claros sobre onde repousa o foco do art. V. Seu primeiro impulso é proclamar o pastor como uma pessoa moralmente digna, ou seja, há uma crítica à prática de nomear-se em razão de sua educação ou conexões sociais sem levar em conta sua estatura moral. A tradução de Zwingli move o foco por traduzir “o pastor deve ser um da congregação”, ou seja, não alguém de outro lugar. Era do conhecimento de Zwinglio que os anabatistas rejeitavam a nomeação de um ministro de uma paróquia para o conselho de uma cidade distante, e ele deixou tal conhecimento influenciar sua tradução.

69. A versão impressa acrescenta, “para conduzir os irmãos e irmãs em oração, para começar a partir do pão….”

70,1 Coríntios. 9:14.

71. A mudança no número aqui de “pastor” para “se eles pecarem” é explicada pelo fato dessa frase ser uma citação de 1 Tm. 5:20.

72. “Cruz” é já por esta altura um clichê muito claro ou “termo técnico” designativo de martírio.

73. Talvez “instalado” seria menos inclusivo ao mal sacramental. Verordnet não tem nenhum significado sacramental.

74. “Lei” aqui é uma referência específica ao Antigo Testamento. Significativamente o verbo aqui não é verordnet mas apenas geordnet, transmitindo mais um sentido de permanência ou da instituição divina específica. Deve-se notar que em toda essa discussão “espada” refere-se à competência judiciária e policial do Estado, não há nenhuma referência à guerra no art. VI, há uma breve no IV.

75. “Sem a morte da carne” é uma leitura clara do manuscrito mais antigo. Zwinglio, no entanto, entendeu “em direção à entrada para a morte da carne”, uma possível alusão a 1 Cor. 5; a diferença no original é apenas entre a e o.

76. Mt. 11:29.

77. In. 8:11.

78. Jn. 8:22.

79. Ltc:. 12:13.

80. Duas interpretações são possíveis para “não discernir a ordem de Seu Pai”. Isso pode significar que Jesus não respeita, como sendo uma obrigação para ele, o serviço no estado no ofício de rei, embora a existência do Estado seja uma ordenança divina. O mais provável seria a interpretação que Jesus avaliou a ação das pessoas que queriam fazê-lo rei como não provocada (ordenada) por Seu Pai.

81. Mt. 16:24.

82. Mt. 20:25.

83. Rom. 8:30.

84. 1 Ped. 2:21.

85. Fil. 3:20.

86. Aqui a versão impressa acrescenta Mt. 12:25: “Pois todo reino dividido contra si mesmo será destruído”. A referência se solidariza com Cristo como Cabeça ecoa diretamente os pontos 4 e seguintes da carta de Estrasburgo.

87. Mt. 12:25.

88. Mt. 5:34-37.

89. Heb. 6:7 ss.

90. Mt. 5:35.

91. A tradução de Zwinglio contem um argumento aqui: “Se é ruim jurar, ou até mesmo usar o nome do Senhor para confirmar a verdade, então os apóstolos Pedro e Paulo pecaram, porque juraram”.

92. Lc. 2:34.

93. A diferença entre o “ensinado” e “diz que” está no original, que resulta do fato de as referências bíblicas estarem sempre no presente: “Cristo diz”, Paulo diz”, “Pedro diz”.

94. Isto conclui o artigo Sete.

95. Vereinigt.

96. A segunda referência a 2 Coríntios. 6: 17.

97. Tit. 2:11-14.

98. 24 de fevereiro.


“The Legacy of Michael Sattler” por John Howard Yoder, Herald Press, 1973. Fonte digital em inglês: http://tiny.cc/vykky↑. Traduzido por Railton Sousa Guedes. http://taborita.blogspot.com/2009/12/confissao-schleitheim.html

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