A paisagem natural tropical e sua apropriação para o turismo

A PAISAGEM NATURAL TROPICAL E SUA APROPRIAÇÃO PARA O TURISMO
Euler Sandeville Jr.
Pubicado em 2002 (cf. referência no final da página)

RESUMO
O capítulo A paisagem natural tropical e sua apropriação para o turismo contribui para elucidar significados da ‘natureza tropical enquanto elaboração da cultura, em uma perspectiva histórica. Discute mudanças de pensamento e comportamento frente à natureza na passagem do século, alertando para aspectos ideológicos das atuais formas de sua apropriação simbólica, sobretudo enquanto componente do produto turístico. A mercantilização da paisagem e de imagens da natureza subjuga seu caráter anárquico e selvagem, padronizando e institucionalizando sua vivência e comportamentos perante ela. O capítulo foi escrito com base em minha Tese de Doutoramento “As Sombras da Floresta. Vegetação, Paisagem e Cultura no Brasil” (SANDEVILLE JR. 1999)

O ano de 1492, com a rendição de Granada, simbolizou o fim do domínio mouro na Europa. Nesse mesmo ano partiu a expedição de Cristóvão Colombo para as Índias, após mais de dez anos de tentativas e descréditos. Continuar lendo

natureza e cultura no Brasil

NATUREZA E CULTURA NO BRASIL
Euler Sandeville Jr.

 

SANDEVILLE JR., Euler. A paisagem natural tropical e sua apropriação para o turismo. In Eduardo Yázigi. (Org.). Turismo e Paisagem. São Paulo: Contexto, 2002, v. , p. 141-159 [Tema transversal].  [Tema transversal]

Resumo: Discute significados da ‘natureza tropical enquanto elaboração da cultura, em uma perspectiva histórica no Brasil e a mercantilização da paisagem e de imagens da natureza enquanto componentes do produto turístico. Discute mudanças de pensamento e comportamento frente à natureza na passagem do século, alertando para aspectos ideológicos das atuais formas de sua apropriação simbólica, sobretudo enquanto componente do produto turístico. A mercantilização da paisagem e de imagens da natureza subjuga seu caráter anárquico e selvagem, padronizando e institucionalizando sua vivência e comportamentos perante ela. O capítulo foi escrito com base em minha Tese de Doutoramento “As Sombras da Floresta. Vegetação, Paisagem e Cultura no Brasil”

 

 

 

Foto Euler Sandeville, Folha, detalhe, 2009.

Folha, detalhe. Foto de Euler Sandeville, 2009.

 

 

 


 

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núcleo de estudos da paisagem
a natureza e o tempo (o mundo)
um projeto de euler sandeville

 

 

 

 

 

 

 

depois de 1945

OS TEMPOS E OS MUNDOS: SOBRE A BREVIDADE DO PRESENTE
V. MUNDOS CONTEMPORÂNEOS (OU DEPOIS DO FIM DO MUNDO) (depois de 1945).
O mundo como matéria. about:config: hic sunt dracones.
[1]
Euler Sandeville Jr.

 

A Terra é a própria quintessência da condição humana e, ao que sabemos, sua natureza pode ser singular no universo, a única capaz de oferecer aos seres humanos um habitat no qual eles podem mover-se e respirar sem esforço ou artifício. O mundo – artifício humano – separa a existência do homem de todo ambiente meramente animal; mas a vida, em si, permanece fora desse mundo artificial, e através da vida o homem permanece ligado a todos os outros organismos vivos. Recentemente, a ciência vem-se esforçando por tornar ‘artificial’ a própria vida (…)” .
Hannah ARENDT. A condição humana (1958). [2]

Código de Barras da Cultura Contemporânea. Criação Euler Sandeville Jr. 2008.

 

ARTIGOS

455557686971727477899601081215… MUNDOS CONTEMPORÂNEOS (OU DEPOIS DO FIM DO MUNDO). Euler Sandeville Jr.
Nesta página se apresenta o significado deste código de barras criado para definir esta seção, e uma discussão mais ampla que estimula este sítio.

4555576869717274778996010812. Euler Sandeville Jr.
O Código de Barras da Cultura (2007).

SANDEVILLE JR., Euler. “A Terra azul…Que mundo é esse?“. A Natureza e o Tempo (o Mundo), on line, São Paulo, 2016.
parte 1: o mundo contemporâneo
parte 2: conhecer não é preciso…
parte 3: essa nova realidade já está aqui
parte 4: nossos novos ícones e nossa nova percepção do mundo
parte 5. o lado sombrio
parte 6. olhares que não enxergam os fossos
parte 7. em tempo real
parte 8. para onde nossas decisões nos conduzem (conclusão)

UM MUNDO AO ACASO. Euler Sandeville Jr. Vivemos em um mundo de incertezas. Nada está parado, toda informação deve ser substituída rapidamente. Representações de um mundo estático já não se sustentam.

 

ARTIGOS TRANSVERSAIS

 

TRANSCRIÇÕES E TRADUÇÕES DE DOCUMENTOS

[ 1945 a 1954 ]       [ 1955 a 1963 ]       [ 1964 a 1973 ]
[ 1974 a 1988 ]       [ 1989 a 2000 ]       [ 2001 a 2009 ]
[ 2010 a      ]

1975-Portrait of Allen Ginsberg and Bob Dylan by Elsa Dorfman. Disponível em pt.wikipedia.org/wiki/Allen_Ginsberg acesso em 18/07/18

 


NOTAS

1 Frase utilizada em certo mapa medieval. Era comum na cartografia medieval também a representação de dragões e criaturas sobrenaturais. No entanto, a frase também é utilizada por programadores. No Mozilla Firefox a frase aparece quando se digita “about:config” acessando o ambiente de programação do navegador. informação disponível em https://pt.wikipedia.org/wiki/Hic_sunt_dracones↑.

2 ARENDT, Hannah. A condição humana. Trad. Roberto Raposo. Rio de Janeiro: Forense, 2004 (1958) .

 

 

Foto Euler Sandeville, Folha, detalhe, 2009.

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temas transversais⇔

temas transversais aos mundos⇔
Euler Sandeville Jr.

 

SANDEVILLE JR., Euler. “Visões artísticas da cidade e a gênese da paisagem contemporânea. (2011). Anais do Encontro Nacional de Antropologia e Performance. São Paulo: Napedra/FFLCH/USP, 2012.

SANDEVILLE JR., Euler. A reta e a curva, a estética da paisagem? Paisagem e Ambiente, São Paulo, v. 8, p. 147-173, 1996. Núcleo de Estudos da Paisagem, on line, São Paulo, 1996. Artigo como foi publicado disponível em http://www.revistas.usp.br/paam/article/view/133829/129696↑ acesso em 18 de fevereiro de 2018. [Tema transversal].

SANDEVILLE JR., Euler. A paisagem natural tropical e sua apropriação para o turismo. In Eduardo Yázigi. (Org.). Turismo e Paisagem. São Paulo: Contexto, 2002, v. , p. 141-159

 

 

 

sobre a brevidade do presente

OS TEMPOS E OS MUNDOS: SOBRE A BREVIDADE DO PRESENTE
Euler Sandeville Jr.

 

SEÇÕES:

IV. MUNDOS MODERNOS (c.1750 A 1945).

V. MUNDOS CONTEMPORÂNEOS (OU DEPOIS DO FIM DO MUNDO) (depois de 1945).
O mundo como matéria. about:config: hic sunt dracones.

 

Foto Euler Sandeville, Folha, detalhe, 2009.

Folha, detalhe. Foto de Euler Sandeville, 2009.

 

 

 


 

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breve advertência sobre períodos, e sobre a organização da navegação neste sítio

breve advertência sobre períodos, e sobre a organização da navegação neste sítio
Euler Sandeville Jr.
versão inicial 18/03/2016. Última atualização: 06/03/2017. Revisão importante em 25/02/2018, pequenas correções em 08/07/2018.

 

Ninguém no seu juízo pensaria que uma data, por mais relevante que seja na vida das pessoas ou das nações, por si mesma, demarcasse como uma linha de fronteira processos distintos da história. Da mesma forma as periodizações. No entanto, devemos reconhecer, são um recurso poderoso para criar significação no tempo. Por sua longa e continuada repetição passamos a organizar o conhecimento a partir de períodos que tendem assim a nos parecer naturais – renascimento, modernidade, etc. Mas não são. A história não foi assim, este é o modo como organizamos suas narrativas e a nossa compreensão.

Por vezes, esses períodos, repetidos desde cedo em nosso aprendizado do mundo e do tempo, acabam nos parecendo naturais, verdades. Ganham autonomia sobre aquilo a que se referem: nos dizem não só o que deve ser olhado e lembrado, e o que não deve ser olhado ou deve ser esquecido, mas também o como devem ser olhados esses objetos de lembrança, ou de esquecimento. Toda periodização é relativa ao que se pretende. As fronteiras no conhecimento permanecem campos em disputa, são espaços de transição, cuja amplitude depende da temática e do foco com que se observa, e da duração que se observa.

Além disso, os espaços e tempos de sobreposição, de transposição, de permanência e inovação, costumam ser mais relevantes do que os limites. Ainda assim, usualmente remetem, de algum modo, a períodos convencionais, mesmo que particularizados nos objetos estudados. Não deixam de evidenciar, desse modo, as contradições dos grandes períodos. São todos estes artifícios, quase artefatos, de construção da consciência moderna sobre o passado e o presente.

Observemos ainda um outro aspecto. Houve muitas outras formas de periodizar. As periodizações que nos são caras são muito distintas de outras formas de periodização, por exemplo, da “Antiguidade”. Aquelas tendem ao imanente, indicam fluxos ou dispensações, são cósmicas; as nossas, modernas, são basicamente sociais (quando não materiais), cronológicas, sequenciando mais do que interpolando as narrativas, sejam evolucionistas, pensadas como macroestruturas ou campos da subjetividade. É necessário não esquecer que o tempo, como o acontecimento, não é naturalmente partido, é uma tendência humana fazê-lo para nos situarmos de modo significativo em nossas lembranças e experiência, nossa história pessoal e social.

Considere-se ainda um duplo desafio. Por um lado, a contextualização histórica de documentos, objetos, processos, eventos. Por outro lado, a reinvenção contínua de significados e de seleções (escolhas) que os tornam significativos para nós. A contextualização adequada de um documento é condição para que se evitem os chamados anacronismos, ou seja, ler com os olhos de hoje os significados de ontem. Mas é também a reinvenção do documento, ou seja, explicita a própria contradição do saber histórico.

Além disso, o documento não se esgota na adequada contextualização histórica de sua produção, pois pode ter continuado abrindo frentes de significação para além de seu tempo de constituição, que também precisam ser pesadas e permitem múltiplas abordagens distintas. A mera decisão de vê-lo como documento disso ou daquilo, o torna suporte de convicções e abre narrativas, aderentes ou não a esse sentido, que é assim, sempre, construção.

A organização adotada neste sítio – Aurora na Neblina, A Longa Antiguidade do Mundos etc (se já não mudei esses títulos até o momento em que você lê aqui) – visa principalmente possibilitar a navegação por um material que ainda está sendo produzido. Mas não é apenas uma questão lógica. É também um convite a um olhar que seja também poético sobre a construção do nosso conhecimento, porque a construção de significados nos convida para além do prosaico, embrenhada de possibilidades existenciais que se insinuam, que nos escapam, que relacionamos.

A datação e denominação dessas seções é dinâmica, à medida em que aprofundo os conhecimentos sobre os documentos e processos do passado, suas durações e espacialidades. Varia conforme amadurece o conteúdo de pesquisa e a intencionalidade narrativa. Era necessário tentar criar uma estrutura inicial baseada nessas seções, de modo a tornar possível a navegação por uma grande quantidade de informações que se vai acumulando.

A um tempo rompe, dialoga e repropõe de modo crítico as divisões tradicionais da história, tão arraigadas em nossa forma de ver o mundo. Contudo, não se vê, nem se propõe, qualquer perspectiva explicativa nelas. A Antiguidade Clássica, que de fato, como a Renascença, não existe, não é uma explicação para nada, não é uma totalidade válida, mas não quer dizer que não tenha significados.

A consciência dos limites próprios do ensaio, e de todo o conhecimento humano, é o que se encarrega de evidenciar os limites, entre o que gostaríamos que fosse possível e o que é possível nessa aventura de desbravar o mundo. Mas nem por isso posso evitar a responsabilidade de problematizar os conteúdos da consciência da contemporaneidade e de sua memória social, constantemente posta em discussão e afirmação autoritativa, em disputa e des-re-construção de valores. Por outro lado, usufruo a liberdade de indagar a transversalidade dos eventos e formulações intelectuais, sem cair em um particularismo exacerbado, de modo a permitir estabelecer ensaios críticos, demarcando aprofundamentos e entrelaçamentos distintos entre o material visitado.

Dadas as restrições que fiz, sobretudo às divisões da história em períodos, e tendo julgado conveniente adotar uma distribuição dos conteúdos em seções que evidentemente questionam, mas dialogam inclusive de modo poético com essas divisões da história, vale uma observação, para deixar mais clara a divisão de seções deste sítio:

elas não têm valor explicativo, e portanto não são delimitativas dos fenômenos! São, para este projeto, insisto, apenas uma forma de me apropriar do conteúdo e problematizá-lo no contexto dos diálogos críticos pretendidos!

Por exemplo, a clássica carta de Petrarca, relatando sua escalada do Monte Ventoux (1336), estará acessível no período por ora definido como MUNDUS NOVUS. Aí também estarão o alargamento do mundo com as “grandes navegações” do quatrocentos e do início do quinhentos, e as revoluções na natureza operadas pela Reforma e pela ciência de Copérnico e Galileu. Mas a carta de Petrarca não está situada nesta seção porque seja vista como um prenúncio da modernidade da Renascença, e não penso que seja. Nem como um marco da contemplação da paisagem, como por vezes é entendida, uma vez que de modo algum é vista aqui dessas formas.

Esse período, MUNDUS NOVUS, na verdade é apenas uma seção deste sítio. Como qualquer outra, abriga tanto uma grande renovação das ideias sobre a religião e dos contatos interculturais, quanto da base material de transformação social, bem como um novo olhar para a “Antiguidade”. As grandes navegações descortinaram um mundo novo, distinto daquele observado por Petrarca. Também o fazem os telescópios que especulam os movimentos e a matéria dos astros. Apesar da distância entre a carta de Petrarca a Dionísio do Burgo Santo Sepulcro e a carta de Galileu a D. Benedetto Castelli, as formas culturais revelam também uma persistência transversal não estática, pois se transformam no contexto dessas grandes mudanças.

O fato é que, sendo apenas uma organização, e não uma explicação dos conteúdos, esta escolha também poderia ter sido outra. Ao invés de adotar uma seção Mundus Novus, por exemplo, poderíamos ter ficado com a instigante Longa Idade Média de Le Goff (que me parece muito mais consistente do que a de Renascença ou de Era Moderna), aliás bem próxima desta que adoto aqui.

Do mesmo modo, recusando as questões entre Antiguidade Oriental e Clássica, que têm suas razões no metier e na origem dessas temáticas, optei por uma Longa Antiguidade dos Mundos, porque em parte não consigo entender essa segmentação entre história oriental e história clássica e, quanto mais estudo, mais sobressaem os intercâmbios. Em decorrência essa Longa Antiguidade não vê como uma questão a distinção entre Antiguidade Oriental, Clássica e Antiguidade Tardia, ou as difíceis fronteiras desta com a Alta Idade Média. Como veremos, ao longo do projeto essa organização inicial também vai mudando, ora trazendo novos arranjos, ora demandando subdivisões para permitir organizar o material, que permanecem, ou tendem a permanecer, em um contínuo rearranjo. Até aqui são, reconheço, um pouco rígidas, pelo recurso a alguma datação sempre arbitrária, mas são rígidas apenas como forma de organização, pois o pensamento flui continuamente entre elas e as reorganiza para além deste sítio nas atividades didáticas. Em outras postagens, voltarei a discutir as subdivisões e suas razões para a organização das narrativas aqui.

Portanto, nem por essa recusa crítica no plano conceitual, nos furtaremos, pela sua facilidade comunicativa, a empregar essas configurações para situar rapidamente determinadas questões. Porém, não procuro dotá-las de valor explicativo (é um recurso apenas locacional, não explicativo de grandes estruturas) e não vendo muito interesse na ideia (para mim anacrônica) de modo de produção ou de estilo, por exemplo, e talvez não reconhecendo mesmo o sentido dessas divisões tradicionais da história, as seções deste sítio acabam por serem, de fato, uma forma narrativa poética que perpassa a concepção deste projeto.

Isso mostra que essas seções aqui propostas, se espelham uma visão crítica e expressem questionamentos, são apenas uma referência para organizar a navegação, aproveitando-se da facilidade comunicativa do que já é habitual. É necessário entender que todo passado são mundos que não existem mais, mas nos afetam direta e intensamente. Nosso presente também é um mundo que não existe mais, não só porque nos escapa profundamente, dele retendo elementos selecionados e representações que nos interessam, mas porque este é muito mais amplo do que a experiência permite perceber.

Nesse desejo do tempo, na consciência entre passado, presente e futuro em que escolhemos – definindo o que somos em vias do que fomos-seremos, nem sempre desejamos o presente ou contemplamos com expectativa e confiança o futuro para o qual nos sentimos arrastados em um turbilhão de vontades decorrentes de partilharmos tempos e espaços conectados e contraditórios. Nunca compreenderemos bem o tempo (o mundo), sobretudo quanto mais imaginamos compreendê-lo, porque nele somos escravos e apaixonados, e nele temos os olhos embaçados com a brevidade.

 

 


como citar:
SANDEVILLE JR., Euler. “Breve advertência sobre os períodos que organizam a navegação neste sítio e suas datações de referência“. A Natureza e o Tempo (o Mundo), on line, São Paulo, 2016. Disponível em https://anaturezaeotempo.net.br/2018/07/08/breve-advertencia-sobre-periodos-e-sobre-a-organizacao-da-navegacao-neste-sitio-e-suas-datacoes-de-referencia/ acesso em DIA/MÊS/ANO.

[para citar este artigo conforme normas acadêmicas, copie e cole a referência acima (atualize dia, mês, ano da visita ao sítio)]


núcleo de estudos da paisagem
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cosmos: mundos

cosmos: mundos
por Euler Sandeville Jr.
11/04/2016

Latim: Schema huius praemissae divisionis sphaerarum. · Coelum empireum habitaculum dei et omnium electorum · 10 Decimum coelum primu mobile · 9 Nonu coelum cristallinum · 8 Octavum [coelum] firmamentu · 7 Coelu saturni · 6 [Coelu] Iovis · 5 [Coelu] Martis · 4 [Coelu] Solis · 3 [Coelu] Veneris · 2 [Coelu] Mercurii · 1 [Coelu] Lunae
Esquema da referido divisão das esferas. · O Empíreo céu (de fogo), habitação de Deus e de toda os eleitos · 10 Décimo Céu, causa primeira · 9 Nono céu, cristalino · 8 Oitavo céu do firmamento · 7 Céu de Saturno · 6 Jupiter · 5 Marte · 4 Sol · 3 Venus · 2 Mercúrio · 1 Lua. Fonte: Peter Apian, Cosmographia, Antuépia, 1524 (fonte mencionada Edward Grant, “Celestial Orbs in the Latin Middle Ages”, Isis, Vol. 78, No. 2. (Jun., 1987), pp. 152-173.) Disponível em commons.wikimedia.org/wiki/File:Ptolemaicsystem-small.png. Acesso em 30/01/2016.

Simulação do cosmo em bilhões de anos (Künstlicher Kosmos emuliert Milliarden Jahre im Zeitraffer Simulation des Universums Künstlicher Kosmos emuliert Milliarden Jahre im Zeitraffer, Video: Nature Video, Foto: Illustris Collaboration). Imagem capturada da página de apresentação do vídeo. Fonte: sueddeutsche.de/wissen/simulation-des-kosmos-forscher-erschaffen-digitales-universum-1.1953657 Acesso em 30/01/2016

 

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