um mundo ao acaso

um mundo ao acaso
Euler Sandeville Jr.
versão inicial 07/01/2016. Última atualização: 16/02/2016
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para citar este artigo:
SANDEVILLE JR., Euler. “Um mundo ao acaso”. A Natureza e o Tempo (o Mundo), on line, São Paulo, 16 de fevereiro de 2016. Disponível em https://anaturezaeotempo.net.br/2019/09/17/um-mundo-ao-acaso/ /com acesso em XX/XX/201X.

 

A natureza e o tempo. De que se trata?

Caspar David Friedrich (1774-1840), Caminhante Sobre o Mar de Névoa. By Caspar David Friedrich – Web Gallery of Art, Public Domain [commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=1037098 acesso em 09/03/2016]

1. tudo se move

Vivemos em um mundo de incertezas. Nada está parado, toda informação deve ser substituída rapidamente. Representações de um mundo estático já não se sustentam. O norte, usado como metáfora para o obter um direcionamento – “você precisa de um norte” – já não é tão certo. O norte magnético, para onde as bússolas apontam, já foi um instrumento fundamental de navegação e orientação. Localizado pela primeira vez em 1831, deslocamentos são registrados desde 1904 a 15 km por ano, acelerando-se a partir de 1989, e atualmente pode estar deslocando-se cerca de 60 quilômetros por ano em direção à Rússia 1. Não apenas isso, não apenas o norte está em movimento.

Ilustração feita pelo geógrafo Antonio Snider-Pellegrini, em 1858 (Opening of the Atlantic Ocean), ilustrando a justaposição das margens africana e americana do Oceano Atlântico, um precursor da Teoria da Deriva Continental. Disponível em pt.wikipedia.org/wiki/Deriva_continental acesso em 12/02/2016.

 

Se fosse possível fixar o ponto absoluto Continuar lendo